Preço subiu: Milho mais caro em Quelimane

NATAL, 25-01-2013 SECA E DESABASTECIMENTO (MILHO ARMAZENADO NA CONAB NÃO É SUFICIENTE) FOTOS: JOÃO MARIA ALVES/SELECIONADAS

Mesmo com a presente campanha de colheta de milho, na cidade de Quelimane o preço deste cereal regista uma subida, situação que leva os consumidores a desistirem na aquisição do produto.

O Diário da Zambézia, esteve nesta segunda-feira (05) num dos principais locais que se dedica à venda deste cereal, e constatou a subida drástica do preço alegadamente por que escassez de produto a nível da província da Zambézia.

Um saco de 50 kg por exemplo, é adquirido/vendido actualmente por 750 meticais, contra 450 a 500 meticais do igual período do ano passado.

Jorge Victor, um dos clientes que procurava comprar o milho, disse ao Diário da Zambézia, que actualmente, mas vale comprar farinha processada que milho em grão. “Tem mais vantagem comprar farinha na loja, que milho devido o preço elevado” – disse Victor.

Uma outra fonte que não quis identificar-se, contou igualmente que mas vale comprar farinha na loja, alegadamente porque o preço do milho está muito elevado. “Quando compramos milho a esse preço e vamos a moagem a quantidade de farinha reduz e a mesma não chega para cobrir o mês, por isso, há uma desvantagem enorme” – disse a fonte.

Por seu turno, alguns vendedores no mercado Coelho e Brandão por exemplo, como é o caso de Arnaldo, e Gentil Francisco admitem haver stock de milho nos seus armazéns, mas actualmente a procura do precioso cereal reduziu compulsivamente em comparação ao mesmo período do ano passado.  As nossas fontes falam em prejuízos que estão a acumular. “Antes conseguíamos vender ao mínimo 10 a 15 sacos por dia, actualmente vendemos apenas 4 a 5 sacos de milho fazendo assim, uma diferença enorme que resulta em prejuízos significativos – lamentou o nosso entrevistado.

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