Retoma das aulas deixa país indignados

O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, através da Instrução Ministerial Número 01/GM/MINEDH/2020, assinado pela própria ministra, Carmelita Namashulua, deixou claro a sua pretensão para o retorno às aulas, nos ensinos primários e secundários, bem como nas instituições de formação de professores. Esta instrução vem numa altura em que os casos da pandemia da COVID-19.

No geral, o MINEDH diz que devem ser criadas condições de higienização e apostar no distanciamento social entre estudantes, professores e o pessoal administrativo, para além bem do uso das máscaras. Só que essas medidas sugeridas, podem não ser grande coisa, visto que no país, há escolas que nem sequer uma fonte de água possui. Há escolas onde até as Casas de Banho dos professores não se entra, por causa das condições.

Cauteloso, o MINEDH não apresenta datas para o retorno das aulas no país, mas deixa toda responsabilidade para as direcções provinciais de educação, bem como aos serviços provinciais de assuntos sociais supervisionar o processo preparatório e a sua implementação depois do início das aulas.

Porém, essa pretensão do ministério de Educação, não é bem vista por alguns pais e encarregados de educação em Quelimane. Dizem eles que, não é altura de retomar com o processo de ensino presencial, visto que a cada dia os casos aumentam.

Eles desconfiam haver objectivos obscuros nesta possível decisão e vão mais longe ao afirmarem que preferem que os seus filhos percam o ano lectivo.

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